Nós vemos a música ou escutamos a dança? Cribles/Live propõe olhar a roda, uma forma ritual simples, e perceber como ela ativa nossas memórias. Essa forma infantil, arcaica, é um veículo para celebrações, danças de casamento e de guerra, procissões, marchas, movimentos uníssonos. O espetáculo é sobre construir um ritual comum. Músicos brasileiros interpretam a partitura de Iannis Xenakis ao mesmo tempo em que circunscrevem o palco, cercando os dançarinos e a audiência.

Emmanuelle Huynh, um dos maiores nomes da dança francesa, dirige desde 2004 o Centre National de Danse Contemporaine (CNDC), em Angers. Em 2009, com a criação de Cribles, passou a pesquisar uma nova relação entre a música e o processo criativo coreográfico.

Concepção/dançarinos: Jérôme Andrieu, Yaïr Barelli, Nuno Bizarro, Marlène Monteiro Freitas, Aline Landreau, Johann Nohles, Ayse Orhon, Marie Orts e Betty Tchomanga Música: Iannis Xenakis (Persephassa) Execução musical: Grupo de Percussão da UFMG (direção musical: Fernando Rocha; com Breno Bragança, Felipe Kneipp, Henrique Edwin, José Henrique Viana e Natália Mitre) Participação especial: Jean-Baptiste Couturier/Percussions Rhizome Assistente: Pascal Queneau Iluminação: Yannick Fouassier Figurino: Michèle Amet Agradecimentos: Geneviève Verseau Produção: Centre National de Danse Contemporaine de Angers Coprodução: Festival Montpellier Danse 2009 Apoio: Setor Municipal de Workshops da cidade de Angers e Institut Français

Apoio de turnê: Institut Français e Consulado Geral da França.