Múa, espetáculo que brinca com escuridão/luz, silêncio/música, dança/imobilidade, foi criado a partir de três impactantes experiências vividas por Emmanuelle Huynh. A primeira foi a imersão no escuro – proposta por Michel Reilhac em Dark noir, na Videoteca de Paris –, permitindo o aguçamento dos outros sentidos. A segunda foi improvisar performances de olhos fechados. A terceira foi fazer uma residência no Vietnã, terra natal de seus pais. Múa é mover-se para dentro de si e para o mundo.

Concepção: Emmanuelle Huynh Forma para imobilidade: Emmanuelle Huynh Escuridão: Yves Godin Silêncio: Kasper T. Toeplitz Transparência: Christian Rizzo Cello: Fabrice Bihan Produção: Centre National de Danse Contemporaine de Angers, Compagnie Múa e Théâtre Contemporain de la Danse

Apoio de turnê: Institut Français e Consulado Geral da França.

Parceiros de turnê: Festival Internacional de Dança do Recife e FID (BH).